9 de jun de 2011

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A instituição do caos.
Se nós percorrermos todos os autores, que defendem ou atacam a família cristã, por exemplo, de um defensor como Leonel Franca em “A Crise de Nosso Século” ou um inimigo como Bronislaw Malinowiski em “A vida sexual dos selvagens”, chegaremos numa conclusão das mais obvias onde todos concordam, a família ordena as sociedades e os Estados. Não fosse ele importante na ordem natural, nunca se gastaria tantos recursos midiáticos para atacá-la. De ambos os lados se reconhece que na família esta a fonte do poder, da ordem, e da economia social. No coração da família, está o sexo, e este tem por função natural a preservação e propagação da vida. Portanto o ordenamento sexual é absolutamente necessário tanto para a geração, segurança, propagação e educação da vida gerada, como para o ordenamento do Estado. Militares (guerreiros) desde as mais remotas antiguidades já sabiam e usavam, entre outras técnicas e estratégia para enfraquecer os inimigos, a de envenená-los, entorpecê-los e minar-lhes as famílias, o que traria a imediata desordem de comando. A Inglaterra, por exemplo, chegou a instituir o direito de primogenitura, ou seja, se dava o direito de ter um inglês à primazia sobre o primeiro filho das mulheres dos povos vencidos. Outros sem delongas lhes tomavam as fêmeas. Ora parece obvio o objetivo disso.
Cinqüenta anos atrás, se alguém publicamente, defendesse o “casamento” de dois homens ou duas mulheres... Correria o risco de ser considerado sem juízo. Isto por que casamento vem de casal e do derivativo acasalar, e não há casal entre dois machos, muito menos sexo, pois não há o encontro do sexo masculino com o feminino, o que caracteriza o casal e o acasalamento. Pela via do direito de família, não há consumação do sexo entre dois machos ou duas fêmeas.
Mas o tempo foi entorpecendo a lógica dos fatos, e os povos, sendo enfraquecidos propositadamente de tal modo que óbvio já nos parece “hermético”. Perdeu-se a noção básica de finalidade do casal, donde por conseqüência, estaremos descendo a ladeira do sexo, como, surpreendentemente, para atacar a família cristã, Malinowiski se obrigou a demonstrar: quanto mais promiscuo e desordenado o ordenamento sexual de um povo, mais primitivo ele o é, mais próximo da vida animal está... E mais próximo de ser reordenado em favor da vida pelo cio, como os irracionais o são.
Recentemente a filha do ex. ministro da cultura do Brasil, declarou-se bi sexual. Nenhum alarde ou surpresa, no entanto a palavra bi-sexual quer dizer do individuo que possui os dois sexos, ou seja, hermafrodita. Mas a filha do Ministro da cultura não sabe destas coisas, e certamente não sabe que em toda a história medica nunca se encontrou um único caso de hermafroditismo verdadeiro e viável na espécie humana. Então o que a filha do ministro quis dizer é que é promiscua, ou seja, que sente prazer erótico tanto com homens como com mulheres. Ora, há os que sentem com animais, maquina vibradores, bonecas, drogas, e uma infinidade de experiências, todavia isso é erotismo, mas não é sexo. Mais grave que isso, e os legisladores brasileiros não querem olhar de frente, em menos de dez anos, pessoas como a filha do ministro estará exigindo o direito de “união estável” como uma mulher e um homem ao mesmo tempo. Ora, mas o homem dessa parceria pode ter ou outro homem ou outra mulher, pois podemos julgar que também ele se ache ou bi-sexual. E a mulher... Também ela poderá ter suas preferências... Então estaremos diante da poligamia, da poliandria e das uniões poligâmicas. Mas e se houver nisso a bestialidade? A pedofilia? A Necrofilia? A Gerontofilia? O Sadismo? O Masoquismo?... Pois desvinculado o sexo de sua função diante da vida restou-nos uma salada de desejos sem fim defendidos em nome da satisfação pessoal e da “felicidade” individual.
Cinqüenta anos atrás, no Congresso Nacional, se eu defendesse que estaria-mos defendendo o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, alguém diria: Nunca isso nunca acontecerá. Do mesmo modo, as uniões múltiplas serão defendidas em plenário sem que ninguém as conteste por medo do peso da pressão midiática.
Por que não se diz que a pedofilia é conseqüência ao conjunto de ataques que a sociedade faz à pureza e a inocência. Porque as pessoas ainda têm sensibilidade aos ataques sexuais as crianças e já perderam a sensibilidade aos ataques a vida, ataques de fundo sexual, sofridos no útero da mãe, com requintes de crueldade medica, que são o aborto, a anticoncepção, a vasectomia, o rompimento das trompas ovarianas?
São violências ao fruto do sexo, e a natureza do sexo, e a finalidade do sexo. A palavra Ab USO, ou seja, abuso sexual se traduz do latim, por mau uso do sexo. O que estamos vendo é a gradativa “Legalização do mau uso do sexo”.
Quer queiramos quer não, estamos tomando a ladeira que ira derrotar de vez o Estado, na verdade o Estado construído sobre valores cristãos. O que virá em substituição? No que resultaram os Estados não Cristãos nestes últimos 1000 anos?
Quem teria interesse na derrocada dos valores cristãos? Alguma nação, alguma religião? Algum interesse econômico? Não propriamente, estes só têm interesse na justa medida que se apegam ao Inimigo de Cristo, à antítese de Cristo, ao anti-AMOR... Que a nosso ver é a raiz do imperialismo, seja ele islâmico, sionista, materialista e ou cristão. O anti amor é a teoria de domínio.. E o domínio do orgulho humano a opor-se a Deus, é a replica do grito satânico: Nós somos como ele. Dominamos e não serviremos, nem a Deus, nem aos homens, nem aos filhos dos homens... Seremos o que somos Espíritos Maus, a servir ao Mal, que os homens já não temem, pois já não acreditam que ele exista. E se o Mal não existe, não há Bem a ser defendido... Pois, não há bem nem mal... O que nos resta é viver intensamente o agora, cheirar o nosso pó, fumar nossa maconha, dar o cu ou comê-lo aos outros
Dia Internacional da Mulher 9 Mar 2011, 6:24 am
Dia internacional da mulher.


A mulher que eu tenho por modelo, não é a mulher libertaria, mas é a mulher da Fé. A mãe de Jesus Cristo, mulher judia e mãe do cristianismo, por isso considerada mãe da Igreja fundada por ELE. A Igreja tem por mãe uma mulher judia. Nunca esqueça. E Essa MULHER DEU A LUZ AO MUNDO.

Disse um grande teólogo: pode nascer a cabeça de uma mãe e o corpo de outra? Não? Então se Cristo é a cabeça, e nó ssomos o CORPO MISTICO DE CRISTO ( a Igreja), todos nascemo de Maria. Compreendem?

Mas a cada dia que passo eu me entristeço com as mulheres de minha geração. Elas eram as primeiras em rebeldia. Hoje velhas, sozinhas, sem filhos que lhes respeitem ou netos, pois suas filhas não quiseram gerar filhos, e há mesmo as que, odeiam os homens, a começar por seus pais.

Encontrei um padre que chegava da Polônia e ele me contou os programas de fertilidade daquele país, que já vê um índice alarmante de queda da fertilidade com decréscimo de sua população. Somem a isso os da Itália, França, Canadá e Uruguai, que são os que eu já ouvi falar... E nós no Brasil assassinamos pelo aborto milhares de crianças. É o mundo que estamos vivendo.

Mas eu amo as mulheres, a começar por minha mãe, e quero lhes prestar uma homenagem diferente. Fiz uma conta.

Pensei, meu pai e minha mãe tiveram pais e mães, e eles meus avos tiveram pais e mães, e assim por diante. Então eu peguei o texto bíblico que ao discorrer sobre a ascendência de Cristo, fala em 14 gerações. Então vejam: eu, minha mãe e meu pai, meus avos, bisavós etc. até a décima quarta geração somamos trinta e duas mil setecentas e sessenta e seis pessoas ( mais um, eu). Divididas por dois encontrarei o número de homens e mulheres, que viveram, amaram, lutaram, adoeceram e tiveram pelo menos um filho ou filha para que eu pudesse estar aqui no Planeta. Portanto dezesseis mil trezentas e oitenta e três mulheres deram suas vidas para que esse inútil (wallacereq) estivesse aqui escrevendo esse texto.

Como então não amá-las? Esse número somente em 14 gerações. Portanto a maternidade é a chave da vida, e a maternidade, ainda é dos dons femininos o mais precioso e caro para a manutenção da vida. Somente superada em dignidade por aquelas mulheres que ofertam esse precioso dom, em troca do serviço religioso a Deus. Assim quero crer.

Então o que eu amo na mulher? Eu amo na mulher a MATERNIDADE, sem a qual nós não estaríamos aqui. Exagero? Creio que não.

Mas me dei ao trabalho de calcular, apenas para mostrar que não sabemos nada do passado. Você sabe? Então me diga o nome dos casais da décima geração da sua ascendência, por exemplo. Fale-me algo, sobre a vida deles... viu?

Pois é. Eu amo as mulheres (principalmente as santas) e a sua maternidade, potencial ou real, desde o inicio da criação. Fecundas, amantes de seus filhos, são como estrelas a iluminar a minha sofrida e incompreendida vida.

Uma homenagem especial à mãe de nosso filho...Mulher “judia”,...em todos os sentidos. Quero também prestar uma homenagem à mulher que me deu meu primeiro filho, que as seduções da vida nos privaram por confessa omissão.

wallacereq@gmail.com