28 de jan de 2010

Filhos de chocadeira.
Uma coisa que me salta aos olhos profissionais é a cegueira de alguns “IRMÃOS” membros da raça humana. Eu recebia uma reprimenda de uma medica modernosa, defensora do homossexualismo, e pensei: verdade, o bom senso é a maior riqueza das pessoas pobres e humildes. Os doutos, cada vez mais, se distanciam do bom senso.
Qualquer pessoa simples entende que todo homossexual, feminino, ou masculino, se pode chamá-los assim sem ofensa, nasceram de uma relação heterossexual. Todos tiveram pai e mãe, nenhum foi filho de chocadeira. Não existissem os heterossexuais, esses atrasados seres normais, férteis, equilibrados emocionalmente, adequados anatomicamente, e capazes de preservar a vida no planeta, e não existiriam esses transviados do sexo, não teriam nascido os Viados e Lésbicas.
O ideal velado do homossexualismo é a esterilidade relacional.
Volto a lembrar aos interessados, que a palavra correta deveria ser homossensualismo, e não homossexualismo. Sexo, dizem todas as publicações técnicas, é uma conformação intra e extra anatômica, que diferencia o macho das fêmeas. O sexo se distingue entre outras características anatômicas, externas e internas pelo aparelho reprodutor, masculino e feminino. Bem entendido isso, homossexualismo, seria a composição dos conceitos: homo (igual) mais formação sexual dos aparelhos sexuais ou ainda dos aparelhos reprodutores, o que não acontece na raça humana. Nenhum livro de anatomia patológica, ou história da medicina registrou o hermafroditismo verdadeiro. Todavia, qualquer anormalidade dos aparelhos reprodutores, diz respeito a algum tipo de doença genética como deformação fenotípica, anatômica, enfim, patologia mórbida. Se as pessoas tem os aparelhos reprodutores intactos e perfeitos, eles são anatomicamente normais e eles só fazem sexo, quando os aparelhos sexuais ,masculino e feminino se encontram e complementam, isso é, o ato sexual é normal , não há outro. A cópula dos sexos, masculino e feminino, é o ato sexual. Qualquer outra pratica não é sexo, é sensualismo ou erotismo. Por isso não existe sexo oral, nem sexo anal, existe erotismo anal, erotismo oral. Desse modo, uma pessoa simples entenderá que sensualismo, é a raiz conceitual mais segura e precisa para definir os desvios da sensualidade homo sensual, ou heterofóbica. Entenderam bem, como as fobias, dizem os manuais de psicopatologia, fazem parte do capitulo das neuroses, os desviados ou invertidos são na verdade são heterofóbicos, ou seja, temem a relação natural e desenvolvem perversões ou inversões do instinto sexual.
Não vou me alongar, creio que essa base, já denúncia, toda uma perversão da sociedade, na revolução dos conceitos usuais, pois para qualquer pessoa atenta, pode-se perceber nas entrelinhas, que os conceitos, não só o sexo, estão sendo propositadamente sendo invertidos, assim nós normais, seriamos os homofobicos, ou seja, os normais, são os anormais de amanhã, são os neuróticos, e, pelo contrario, os transviados, são os normais. Os moralmente certos são fóbicos.
Fóbicos, somos nós que geramos filhos (alguns defeituosos), e os filhos normais, imaginem, são os filhos defeituosos (anatômica ou psicologicamente). Ok. Tudo entendido? É a tal revolução dos costumes.
Wallace Requião de Mello e Silva
Para o G 23 de Outubro.

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