Grupo dignidade?

Pode você colocar água em um copo cheio? Abastecer um carro com o tanque cheio?
É preciso, portanto que o copo esteja vazio, ou semi-vazio, para receber água e tornar-se pleno, cheio. Assim, quem reivindica algo tem que ter falta ou carência de algo. Não é difícil, portanto, entender que quem reivindica dignidade não a tem. Quem reivindica saúde não a tem.
A dignidade, dizem os teólogos é dom gratuito que vem do fato de sermos criaturas de Deus. Essa dignidade natural do ser humano é elevada a categoria sobrenatural pelo batismo, donde se conclui que o homem gera o homem pela dignidade de Deus.
Mas o que é dignidade?
Segundo um bom dicionário é a qualidade de quem é digno, é a respeitabilidade. Já no campo do Direito, leremos: do latim, dignitas (virtude, honra, consideração) em regra se entende a qualidade moral, que possuída por uma pessoa, serve de base pelo próprio respeito em que é tida. Compreende-se também como o próprio procedimento da pessoa pelo qual se faz merecedor do conceito público. A dignidade no sentido jurídico também se entende como distinção ou honraria concedida a uma pessoa. (Vocabulário Jurídico “De Plácido e Silva” verbete Dignidade).
Ora, sendo assim, quem a reivindica não tem dignidade, virtude, honra e consideração pública.
Já Voltaire, ao escrever o seu Dicionário Filosófico, procurava a revolução dos valores mudando ou dando outro conceito às palavras. Hoje não se foge disso, um Heterofóbico, ou seja, um homem que repudia a mulher, ou mulher que repudia um homem, em paixão por outra mulher, passa a ser chamada homoafetiva, e o casal FERTIL, pelo contrário, é tido como homofóbico. Isso é a revolução dos conceitos. Os homo afetivos, se assim os chamamos, nasceram todos de uma relação heterossexual, e nenhum, nasceu de uma relação de uma parelha de homens ou mulheres. Digamos dupla de homens ou mulheres. Não é difícil saber qual tem dignidade no serviço da vida e na manutenção da alta dignidade do ser humano, qual serve a Deus, na geração e continuidade da vida humana, qual tem dignidade, ou seja, moralidade.Ora “Moralidade” por sua vez vem dos Mandamentos,( morus) é moral o que é digno diante de Deus. Aquela afetação teatral dos heterofóbicos denuncia clara e justamente a fragilidade de sua distinção, de sua pudícia, de sua moral.O excesso de perfume, por exemplo, a cuidadosa e compulsiva higiene, a rejeição a fertilidade, a negação do papel feminino ou masculino, a dificuldade com os pais, nada mais é que uma reação neurótica às presciências de sua consciência imoral, de sua inadequação, de sua deficiência moral. Sim porque o heterofóbico é um deficiente da dignidade em primeiro lugar como vimos acima, e da virilidade, masculinidade, hombridade quando homem, e o inverso disso quando mulher.Como a dignidade é dom gratuito, e inerente da espécie humana, só não a tem quem a perdeu, quem dela tem “deficiência”, quem a rejeitou por qualquer circunstância.
Não é moral, não é digno defender a imoralidade.
Como então reivindicar como moral o imoral, como digno o indigno, como sadio o anormal, como vida o estéril?
Esse erro grosseiro pode ser comparado com uma àrvore que pende e entorta para cair para um determinado lado. A árvore cairá para o lado que se inclina. A árvore moral da sociedade está se inclinado para uma tendência, que aos poucos haverá de impor outros conceitos deformados, como a pedofilia que é erotismo com crianças com ou sem heterofobia ( homossensualismo), ou a bestialidade, erotismo com animais, gerontofilia, erotismo com velhos, necrofilia, erotismo com mortos, etc. e tal.
Mas fomos nós) por omissão que minamos a retidão dos costumes, nós que criamos a tendência.
Do ponto de vista político é uma temeridade e uma imoralidade defender o imoral como moral, confundir o direito das coisas com o direito da família. Professar como avanço social o vício, o escárnio, a desatenção com as leis de Deus e a prudência humana.Fossem eles vinte milhões, e não são, seriam 10% da população brasileira, e dez por cento é minoria e não maioria. Na democracia a maioria elege, a maioria legisla. As minorias podem e devem ser defendidas, a imoralidade não, a imoralidade não tem personalidade jurídica (ver de Des. Ítalo Galli em seu livro “O direito da Moral”).Peca, portanto toda assessoria de candidato, que induz, conduz a candidato a defender a imoralidade, o vício por medo de enfrentar as minorias dissidentes, ainda que histéricas e impositivas.
Quem trafega em Curitiba pela Rua Visconde do Rio Branco verá concretamente o que estamos produzindo. Adolescentes, em duplas ou trios, do mesmo sexo, dão um show teatral de obscenidades que levaria qualquer casal normal para a cadeia por atentado ao pudor, mas esses “privilegiados”, sua obscenidade escandalizante é desprezada porque as autoridades, incluindo a policial têm medo de serem acusados de discriminatórios.Cada vez mais, meninos com meninos, e meninas com meninas, homens com homens, mulheres com mullheres, se entrelaçam com o consentimento da sociedade que quer, consciente ou inconscientemente, se livrar da fertilidade, pela via do prazer sórdido, egoístico e imoral. Com essa rebeldia, não só às autoridades ou aos pais, mas também à natureza humana e a Deus, esses deficientes da dignidade humana enveredam pelo visível uso de drogas, alcool, e descontrole emocional e afetivo, caminhando para uma passionalidade criminosa. Essa inadequação coletiva gerará um bando de descomprometidos com a vida, a dura e suada vida.
São ingratos aos seus ascendentes, casais viáveis que geração pós geração nos trouxeram todos à vida.
Lamentável que hoje exista uma agenda para o candidato à presidência da República, e uma delas é, tudo indica, a defesa dos heterofóbicos ( homossensuais). Como defender os interesses da população, se o que propomos , desculpe a veemência, é que tomem no rabo. Ou seja, em vez de defendê-los tenta-se convencê-los que tomar no rabo, em todos os sentidos, é a solução. A felação para as mulheres, e a submissão passiva do povo ativo, numa atitude passiva de entrega servil e sado masoquista, aos exploradores do trabalho.
Enquanto se retira dignidade e se indica, como digno, o indigno. Enganam.

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